26 agosto 2007

Barcos do Mondego

Barco de carga (16 metros) típica do baixo Mondego. A subir o rio com vento fresco de jusante. O pano vai apanhado na segunda fiada de "imbergues".
Fotografia de Mário Costa, exposta no Museu da Agua em Coimbra

Barca serrana a descarregar em Coimbra os "rol" de roupa lavada pela lavadeiras mais a montante.
Fotografia de fotografo anónimo, exposta no Museu da Agua em Coimbra


Barca Serrana

10 comentários:

garina do mar disse...

não devias ter feito isto!!
agora ninguém mais liga às tuas fotos ;)
;)
;)

mas também não percebo... não dizes que tens zilhões de fotografias?

Sailor Girl disse...

Parecem barcas fenícias!

A VER NAVIOS disse...

Esta barca foi muitos anos esquecida. Parece-me que o Município de Penacova a recuperou para passeios turísticos do Rio Mondego.
No século XIX ia carregada de lenha e outras produtos agrícolas de Penacova para Coimbra e Figueira da Foz. De regresso carregava sal e peixe.
Pensa-se que a sua concepção é de origem Mesopotânica e é uma "prima" do barco moliceiros e das Ílhavas.

garina do mar disse...

eu lembro-me de ver uma no Mondego em Penacova, mas não sei se tenho foto!!

Canoa do Mondego disse...

Que lindas estão estas fotografias das minhas primas!
Bem haja Eugénio por não ter esquecido o nosso rio!

Laurus nobilis disse...

Estas barcas também transmitem... Gostei!!!

Pirate Girl disse...

YARRR....

BLUE MOON I disse...

Prima direitissima, diria eu.
E talvez, por paraleo com as nossas, sejam mais das bandas do actual Israel, não??

canoa do mondego disse...

É mesmo assim eugenio, deixe-se dessas coisas do mar, você é nosso, dos rios de aguas doces, das lagoas remansosas, dos choupos e dos prados....

Canoa do Mondego disse...

Mana Canoa, não seja tão possessiva! Podemos deixar o Eugénio dar umas voltas por outros rios e outros mares. Até porque o tal do Oceano, pelo que tenho visto por aí, também já não tem ondas.
O que não podemos permitir é que ele nos troque por outro rio só porque há quem lhe chame "mar". Olhe que é um engano amigo Eugénio. É tanto mar como o nosso rio ali na zona da Gala e da Figueira.